• População de Avô sente-se “inferiorizada em relação a outras praias do concelho”
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12 Julho, 2018 3855 visualizações

População de Avô sente-se “inferiorizada em relação a outras praias do concelho”

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A interdição ao uso balnear da Praia Fluvial de Avô tem provocado um sentimento de “atraiçoamento” e “inferiorização” às gentes da freguesia.

José Carlos Martins, presidente da Junta de Freguesia de Avô, encontra-se desagradado face às condições atuais da praia, resultado das “intempéries que passaram desde dezembro para cá”. “Veio muito entulho, cinzas, cascalho, principalmente da Ribeira de Pomares que danificou a parte habitual do areal e onde as pessoas costumam normalmente usufruir do lazer”, explicou.

O autarca sublinha que as “condições da praia, do espaço físico, do bar, da relva e dos balneários” estão aptas, somente “a questão balnear é que está interdita, por questões de segurança”, como refere a placa “indicada pela Agência Portuguesa do Ambiente”, colocada no início da época balnear, a 1 de julho.

Para que a praia volte a ser utilizada para banhos, o presidente explica que são necessárias obras para o “desassoreamento ao nível do rio e arranjo do areal”. Quanto ao arranque das obras e consequente autorização para usufruto da praia, José Carlos Martins está expectante de que seja possível ainda nesta época de verão, contudo, sem promessas. “Estamos a chegar a meio de julho, cada vez mais vejo o tempo apertado. Eu acredito que seja possível, pelo menos para o mês de agosto, mas já não digo nada. Como sou político não gosto de prometer”, refere, realçando que “não é da competência da junta da freguesia”.

Como presidente daquela freguesia, confessa que são muitas as queixas que lhe têm chegado dos avoenses e dos comerciantes locais. “Há queixas da população e do comércio local porque se estão a sentir atraiçoados pelo que se está a passar. Toda a gente se está a sentir inferiorizada em relação a outras praias do concelho”, disse.

Para os que queiram, ainda assim, desfrutar do espaço da Praia Fluvial, José Carlos Martins adianta que a piscina se encontra a funcionar, assim como a zona da Ribeira de Pomares está apta a banhos. “É um espaço pequeno, mas está em condições para nadar e tomar banho”, conclui.

Beatriz Cruz (jornalista estagiária)

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