MAAVIM queixa-se de falta de apoios 11 meses depois do grande incêndio

MAAVIM queixa-se de falta de apoios 11 meses depois do grande incêndio

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O Movimento Associativo de Apoio às Vítimas do Incêndio de Midões (MAAVIM) continua no terreno a ajudar as populações afetadas pelos incêndios de Outubro de 2017.

Onze meses após a tragédia, o movimento liderado por Fernando Tavares Pereira queixa-se de falta de apoios.

Em comunicado, o MAAVIM dá conta do apoio prestado a mais de três mil famílias que foram sinalizadas e que foram ajudadas com diversos bens nos diversos concelhos de Tábua, Oliveira do Hospital, Arganil, Góis, Seia, Gouveia, Nelas, Carregal do Sal, Tondela, Santa Comba Dão, Mangualde, Penacova, Vila Nova de Poiares, Lousã, Vouzela e Oliveira de Frades.

Volvido quase um ano, o MAAVIM verifica que “tudo falhou”, razão pela qual continua no terreno a apoiar as vítimas do grande incêndio.

De acordo com o Movimento Associativo “das mais de duas mil habitações de primeira habitação ardidas, poucas mais de 400 foram adjudicadas e outras tantas contam com apoio financeiro”. Também preocupado com a falta de apoio para as mais de cinco mil casas ardidas de segunda habitação , exceptuando-se “algumas autarquias que tentam com os seus poucos recursos ajudar a não perderem mais gente no seu território”, o MAAVIM verifica que a “região parece acabada de sair de uma guerra”.

Onze meses após o incêndio, o MAAVIM conta mais de mil imigrantes afetados e dos quais “cerca de 300 não têm direito à sua habitação que perderam, por mais vulnerável que fosse”.

O apoio insuficiente para a recuperação das indústrias e o abandono no que respeita ao apoio médico e aquisição de medicamentos a que ficaram votadas muitas vítimas são outras das queixas do MAAVIM, que também denuncia os “milhares” de agricultores que ficaram de fora dos apoios “por variados motivos”.

Passados 11 meses, o MAAVIM reclama para a região os mesmos apoios concedidos às vítimas de Pedrógão Grande. Assegura não compactuar com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro e o Ministério da Agricultura “que abandonou a região e está a passar um atestado de incompetência às autoridades locais e à população local”.

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